EPISÓDIO 8
UM AMOR EM SILÊNCIO

SINOPSE

Numa pequena povoação próxima, Teresa, uma jovem que luta por ajudar os feridos da guerra, encontra um soldado francês ferido, de nome Jean Collet. A jovem vê-se num grande impasse. Tratar o inimigo? Terá ele que sofrer pela revolta alheia? Apesar do seu receio, Teresa recebe-o em sua casa e ensina-lhe a língua portuguesa. Avisa-o para que não fale em público, pois se o reconhecerem como francês, poderão tentar sacrificá-lo em nome da pátria.
Os dois apaixonam-se e depois de algum tempo, acabam por casar.
E surpresas houvesse, não termina a história deste povo, sem que os homens perdidos e feridos na batalha regressem a suas casas, às suas famílias. Certo é, que nem todos tiveram a mesma sorte, muitos foram os que ficaram para trás, outros tantos que seguiram com as tropas de Lord Wellington e tantos os que voltaram diferentes dos homens que foram.
Mas, e o homem de Ana? 

VIDEO

IMAGENS

GUIÃO

MÚSICA

FICHA TÉCNICA

VIDEO

FOTOGRAFIAS

GUIÃO

Episódio 8 

Nem tudo o que ficou desta enorme atrocidade histórica foi mau. Diz-se que o amor é cego, mas nós descobrimos que o mesmo também é mudo. Neste episódio, contamos a história de um soldado francês, ferido, que ficou para trás. A boa gente da Mealhada deu guarida a este soldado, mostrando assim os seus princípios. Nada poderia prever que, a partir de tão nobre gesto, iria surgir uma lindíssima história de amor. Uma história que desempenha o papel de identificação das várias gerações de famílias que nascem deste marco histórico, em lendas idênticas à que apresentamos, e que hoje prevalecem entre o nosso povo, como as famílias Coleta, Gradim e Breda.

FICHA TÉCNICA E ARTÍSTICA

Evento
Município da Mealhada

Criação
Caixa de Palco

Produção
NOC Teatro

Direção Artística
Marta Pires

Dramaturgia e Encenação
Joana Sarabando e João Tarrafa

Produção
Filipa Almeida e Rosa Gonçalves

Elenco
Iúri dos Santos, Joana Sarabando, João Tarrafa, Marta Pires, Afonso Pires e Tomás Pires

Participação Especial
Afonso Pires, Tomás Pires

Sonoplastia
João Tarrafa

Fotografia de Design
Ana Pedro Coleta

Fotografia de Cena
Carlos Gomes

Plano de Comunicação, Divulgação e Design Gráfico
Ana Pedro Coleta e Tiago Pereira

Design e Operação de luz
Dino da Costa

Operação de Som
Rosa Gonçalves

Frente de sala
Manuela Fernandes // Cruz Vermelha 

Apoios Prestados
Junta de Freguesia de Casal Comba,Cruz Vermelha da Mealhada, Associação , António Pires, Rancho Folclórico de S. João de Casal Comba

Agradecimentos
Maria Emília Babo, Catarina Gonçalves, Celestino Ribeiro, Grupo de Teatro - Aguarela de Memórias, Oficina de Teatro do Cértima, GRECH - Grupo de Recriação Histórica de Condeixa

O espetáculo contou com o apoio e patrocínio da junta de freguesia de Casal Comba.


Um amor em Silêncio

Nem tudo o que ficou desta enorme atrocidade histórica foi mau. Diz-se que o amor é cego, mas nós descobrimos que o mesmo também é mudo. Neste episódio, contamos a história de um soldado francês, ferido, que ficou para trás. A boa gente da Mealhada deu guarida a este soldado, mostrando assim os seus princípios. Nada poderia prever que, a partir de tão nobre gesto, iria surgir uma lindíssima história de amor. Uma história que desempenha o papel de identificação das várias gerações de famílias que nascem deste marco histórico, em lendas idênticas à que apresentamos, e que hoje prevalecem entre o nosso povo, como as famílias Coleta, Gradim e Breda.

Sobre a Igreja de Casal Comba…

Reza a lenda que há muito tempo atrás, nesta mesma terra, viveu uma senhora de seu nome, Maria Comba. Maria Comba, tinha muitas posses e era proprietária de todas as terras em volta.

Certo dia, levantou-se uma enorme tempestade que lhe levou uma junta de bois com o arado. Desesperada e num pranto tal, Maria Comba orou a São Martinho para que os bois fossem salvos, em troca, esta mulher prometia construir uma igreja no sítio onde os animais aparecessem.

Dado que os animais apareceram sãos e salvos, foi de imediato iniciada a construção da igreja. Quando ficou concluída, os empregados e os forasteiros começaram a edificar as suas casas à volta da igreja. Pouco tempo depois, já existia um pequeno povoado que carecia de nome.

Em homenagem à Dona Maria Comba, que tinha um casal de filhos, e, sem a sua promessa não haveria igreja, nem povoado, nem esta história seria contada, decidiram chamar à povoação “Casal da Comba”.

Com a evolução dos tempos, simplificou-se, passando a chamar-se e a escrever, tal como nos nossos dias, Casal Comba.